Este relato de caso detalha o manejo do PE recorrente severo (Pectus Excavatum) em uma menina de 14 anos. Apesar de ter submetido a um procedimento Nuss inicial com duas barras em julho de 2023, a depressão significativa da parede torácica persistiu, acompanhada de aperto no peito e dor. Imagens pré-operatórias confirmaram recorrência e escoliose espinhal. A cirurgia de revisão em 19 de maio de 2025 apresentou desafios significativos devido a severas aderências e espaços intercostais estreitados. O PE recorrente exigiu a remoção das duas barras mal posicionadas e transpostas. Três novas barras importadas foram implantadas com sucesso utilizando os procedimentos Wung e Wenlin. A paciente se recuperou bem, sem complicações, e recebeu alta no dia 7 pós-operatório. Este caso destaca as complexidades técnicas e os pontos-chave da correção do pectus excavatum recorrente severo, demonstrando os resultados bem-sucedidos alcançados através de um planejamento e execução cirúrgicos meticulosos.
Zheng et al. (2025) estudaram essa questão.
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