As tecnologias inteligentes produziram as realidades da Inteligência Artificial (IA), que se tornou um fenômeno global, permeando e desafiando fronteiras profissionais. Este artigo aborda basicamente a aplicação da IA à prática do direito, especialmente em relação às questões éticas e pragmáticas identificadas com a tendência à luz da natureza conservadora da profissão jurídica. Destaca a mudança de uma prática intensiva em mão de obra para abordagens contínuas, impulsionadas pela tecnologia, que aproveitam os potenciais da IA para melhorar o acesso aos serviços jurídicos, simplificando procedimentos e resultados legais. Explora ainda os desconfortos éticos introduzidos pelo engajamento da IA, resultando em preconceitos e falta de transparência, especialmente em áreas legalmente sensíveis do direito, que incluem disputas de custódia de crianças, casos de divórcio e a entrega da justiça criminal. Enfatiza a necessidade de vigilância para garantir que a integração das tecnologias de IA não leve à erosão da integridade ética da profissão jurídica, o que pode comprometer o processo judicial. Um caso é feito para uma abordagem de “humano no loop”, que harmoniza o conhecimento humano e as tecnologias de IA, designando o papel da IA como meramente complementar.
Ugochukwu Godspower Ehirim (Sun,) estudou esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: