O artigo analisa abordagens modernas para avaliar a eficácia do controle público das políticas públicas, comparando experiências nacionais e estrangeiras. As metodologias principais são examinadas, incluindo abordagens sistêmicas, baseadas em competências, orientadas para processos e econômicas, que identificam fatores que contribuem para a implementação bem-sucedida do controle. A ênfase é colocada nos mecanismos de participação cidadã, como plataformas digitais, comitês de supervisão independentes e práticas de orçamento participativo. Conclusões. O modelo nacional é baseado em uma regulamentação rigorosa por meio de leis federais (por exemplo, No. 59-FZ, No. 8-FZ) e atos regionais. Plataformas digitais como “Cidadão Ativo” e “Gosuslugi” são principalmente utilizadas para coletar feedback. Em contraste, países estrangeiros se concentram em normas internacionais, princípios de liberdade de informação (por exemplo, Lei de Liberdade de Informação) e monitoramento independente por meio de índices de transparência e auditorias civis. Práticas estrangeiras demonstram um nível mais alto de participação cidadã, como orçamento participativo no Brasil ou plataformas online para solicitações no Reino Unido. Essas diferenças são moldadas por características culturais, políticas e históricas, mas oferecem oportunidades para a troca de experiências. Com base na análise, são propostas recomendações para melhorar o sistema de controle público na Rússia, levando em consideração normas internacionais e melhores práticas.
Tretyakov et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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