Este estudo aprofunda a compreensão da educação multilíngue ao explorar as experiências de estudantes universitários que estão no processo de desenvolver proficiência trilíngue, com um foco particular no chinês e no inglês. Ambientado em ambientes de aprendizagem ativa que utilizam tecnologias digitais e o inglês como Meio de Instrução (EMI), adotou um desenho misto sequencial explicativo usando dados de diversas fontes, incluindo questionários, resultados de aprendizagem e entrevistas. Utilizando o método de amostragem de conveniência, 95 alunos de graduação de várias disciplinas acadêmicas participaram. Os dados quantitativos foram examinados usando estatísticas descritivas e inferenciais, enquanto os dados qualitativos das entrevistas foram analisados usando análise temática dedutiva adotando um paradigma interpretativo. Os achados indicam que alunos universitários tailandeses mostraram maior autoeficácia em inglês do que em chinês. Embora os alunos do sexo masculino relataram níveis ligeiramente mais altos, essas diferenças não foram estatisticamente significativas. A autoeficácia correlacionou-se positivamente com os resultados em inglês, mas não com os em chinês, destacando um vínculo complexo entre autoeficácia e aprendizado de línguas. As Análises Fatoriais Exploratórias destacaram fatores distintos que subjazem à autoeficácia em inglês e chinês entre os alunos universitários tailandeses, com ambas as línguas mostrando fatores relacionados à proficiência, comunicação e domínio de habilidades, representando uma variância substancial. Os achados qualitativos revelaram percepções variadas dos alunos sobre sua proficiência linguística e as diferenças entre o inglês e o chinês.
Waluyo et al. (Sex,) estudaram essa questão.