A narrativa tem sido há muito tempo um modo central de expressão cultural entre comunidades indígenas e tribais, servindo como um repositório de história, memória e valores. No contexto da opressão colonial e pós-colonial, a narrativa surge como uma forma de resistência, afirmando a autonomia, identidade e epistemologias de povos marginalizados. Este artigo examina o papel da narrativa nas literaturas indígenas e tribais escritas em inglês, destacando como as práticas narrativas recuperam histórias, desafiam discursos dominantes e articulam a memória coletiva. Baseando-se na teoria pós-colonial, estudos indígenas e estruturas críticas literárias, o artigo analisa obras de autores como Leslie Marmon Silko, Sherman Alexie, Arundhati Subramaniam e Jeet Thayil, enfatizando as dimensões políticas, culturais e estéticas da narrativa como resistência. A discussão sublinha o potencial transformador da literatura para confrontar a anulação, fomentar a continuidade cultural e vislumbrar realidades sociais alternativas.
MD. PARWEZ (Sun,) estudou esta questão.
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