RESUMO Este estudo explora as relações entre resiliência, flexibilidade cognitiva e ajuste acadêmico em estudantes do ensino médio, destacando o papel mediador da autoeficácia. O objetivo foi prever o ajuste acadêmico com base na resiliência e na flexibilidade cognitiva entre estudantes do ensino médio em Divandereh, Irã. Utilizando um desenho correlacional com análise de caminhos, os dados foram coletados de uma amostra de 318 estudantes por meio de um método de amostragem em conglomerados em múltiplas etapas, utilizando instrumentos estabelecidos, incluindo o Inventário de Ajuste para Estudantes (AISS), a Escala de Autoeficácia Geral (GSE), a Escala de Resiliência Connor-Davidson (CD-RISC) e o Inventário de Flexibilidade Cognitiva (CFI). Dado que este estudo incluiu uma variável mediadora, a análise dos dados foi realizada utilizando análise de caminhos com o software SPSS e SmartPLS4. Os resultados revelam que a resiliência e a flexibilidade cognitiva contribuem significativamente para o ajuste acadêmico por meio da mediação da autoeficácia. Especificamente, a resiliência (β = 0,102) e a autoeficácia (β = 0,119) influenciam diretamente o ajuste acadêmico dos estudantes, enquanto a flexibilidade cognitiva (β = 0,072) melhora a autoeficácia, impactando indiretamente os resultados acadêmicos. A flexibilidade cognitiva (β = 0,603) e a resiliência (β = 0,251) também preveem a autoeficácia. O estudo enfatiza a necessidade de promover resiliência psicológica e adaptabilidade cognitiva para apoiar o sucesso acadêmico. Implicações práticas para a prática educacional sugerem que intervenções voltadas para o aumento da resiliência e da flexibilidade cognitiva podem melhorar as experiências educacionais, a motivação e o desempenho geral dos estudantes.
Orang et al. (Ter,) estudaram esta questão.