Este estudo examina como a intensidade da regulação ESG (Ambiental, Social e de Governança) influencia o comportamento do investidor e a alocação de ativos ao moldar a credibilidade e o poder interpretativo das avaliações ESG. Através de estudos de caso comparativos de empresas como Unilever, Nestlé e Wahaha, bem como das estratégias de investimento do Fundo Soberano Norueguês (NBIM), a análise revela que os ambientes regulatórios impactam significativamente a confiabilidade das pontuações ESG. Em regiões altamente regulamentadas (por exemplo, a UE), requisitos rigorosos de divulgação aumentam a transparência das avaliações, permitindo que os investidores utilizem as pontuações como sinais confiáveis para a avaliação de riscos e alocação de capital. Inversamente, em mercados com regulação fraca (por exemplo, a China), dados inconsistentes e estruturas de divulgação voluntária reduzem a credibilidade das avaliações, fazendo com que os investidores desconsiderem as pontuações ou exijam prêmios de risco. Os achados destacam que as avaliações ESG não são puramente técnicas, mas estão profundamente integradas em contextos institucionais, com a intensidade regulatória atuando como um determinante crítico de sua eficácia. O estudo ressalta a necessidade de harmonização regulatória global para melhorar a universalidade e a comparabilidade das métricas ESG, oferecendo insights para investidores que navegam em estratégias impulsionadas por ESG em diferentes mercados.
Zhengtao Zhu (Ter,) estudou esta questão.