Resumo Durante a revival da música antiga no século 20, os cantores enfrentaram um problema único que não era compartilhado pelos instrumentistas: a incapacidade de preservar a voz individual como um 'artefato' antes do advento da tecnologia de gravação. A voz cantada, como um instrumento altamente adaptável, é influenciada pelos gostos e preferências predominantes do ambiente social do cantor. Historicizar a voz, portanto, executa 'microhistórias', nas quais vozes individuais são exploradas além, mas também em conjunto com, mudanças históricas e culturais mais amplas. Este artigo questiona a adequação do estilo vocal clássico ocidental contemporâneo e do treinamento como um veículo para a performance historicamente informada da música vocal inglesa da era moderna. Baseando-se em insights da ciência vocal, a discussão se volta para fontes históricas inglesas que descrevem a configuração do trato vocal, com atenção especial dada à altura da laringe. A discussão também situa a revival da música da igreja Tudor no século 20 dentro das instituições prestigiosas que moldaram seu som moderno e examina a recepção crítica de abordagens que subsequentemente se distanciaram deste mundo sonoro estabelecido. Para concluir, o artigo localiza essas declarações anatômicas da era moderna dentro do contexto mais amplo da pedagogia vocal, tanto histórica quanto moderna. Defende o uso da pronúncia histórica e técnica vocal flexível na performance do repertório inglês, encorajando uma reavaliação das práticas atuais para alinhar melhor com o material de fonte histórica.
Benjamin Maloney (Qua,) estudou esta questão.