Resumo Recentes resultados da colaboração CDF II sobre medições da massa do W contradizem a previsão do Modelo Padrão, exigindo nova física para explicar essa anomalia. Essa nova física pode se manifestar através de correções de nível árvore ou nível de loop para a massa do bóson W. Neste trabalho, investigamos a possibilidade de que o resultado do CDF-II seja indicativo de nova física que não altera diretamente a massa do bóson W, mas sim a massa do bóson Z. Uma vez que a massa do bóson Z é um insumo na previsão do Modelo Padrão para a massa do bóson W, essa mudança na massa do Z leva, em última análise, à discrepância entre a medição do CDF-II e a expectativa do Modelo Padrão. Demonstramos essa ideia através de uma das extensões U(1) de gauge mais simples e estudadas do Modelo Padrão, a saber, a extensão U(1) ₁-₋ gaugeada. Mostramos que modelos estendidos B-L podem explicar os valores de melhor ajuste revisados para S, T e U após os resultados do CDF II. Estudamos o espaço de parâmetros de modelos com e sem mistura entre bósons de gauge neutros. Também revisamos as restrições da matéria escura e demonstramos que existe espaço de parâmetros compatível com a atual massa do bóson W, abundância de relíquias e experimentos de detecção direta.
Mandal et al. (Fri,) estudaram essa questão.
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