Motivação: Ainda é controverso se os parâmetros derivados dos dados IVIM convencionais medidos no tecido cerebral realmente surgem de compartimentos vasculares. Preocupações foram levantadas sobre viés introduzido pela contaminação do LCR devido a efeitos de volume parcial. Objetivo(s): Remover a contaminação do LCR e caracterizar os sinais IVIM do cérebro humano. Abordagem: Uma análise de espectro de difusividade T2 bidimensional baseada em MRI de difusão com múltiplos ecos foi utilizada para separar compartimentos distintos. Resultados: Os resultados indicam a existência de um compartimento sanguíneo e tanto um componente rápido quanto um componente lento de LCR. A contaminação do LCR pode ser efetivamente removida com essa abordagem. Impacto: Demonstramos que a contaminação do LCR nos sinais IVIM do cérebro humano pode ser efetivamente removida com uma análise de espectro de difusividade T2 bidimensional baseada em MRI de difusão com múltiplos ecos. Se o compartimento sanguíneo extraído pode revelar informações sobre o fluxo microvascular exigirá estudos adicionais.
Hu et al. (ter,) estudaram essa questão.
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