Há uma desconexão entre a natureza ideológica e política do terrorismo, por um lado, e os motivos aparentes dos terroristas, por outro, onde a identificação com esse contexto político e ideológico é frequentemente vista como limitada. Este é, indiscutivelmente, um dilema central no estudo do terrorismo, que também tem implicações práticas. Neste artigo, desenvolvo uma abordagem em três frentes para abordar esse dilema. Primeiro, exploro como nossa compreensão teórica da ideologia pode fundamentar e expandir nossa compreensão da motivação terrorista e das características distintivas do terrorismo como violência política. Em segundo lugar, exploro a função da ideologia empiricamente por meio de observações diretas do papel que a ideologia desempenhou para terroristas condenados no Reino Unido. Por fim, extraio observações dessas duas perspectivas para abordar os desafios do bricolagem ideológica e do extremismo 'híbrido'.
Donald Holbrook (Qui,) estudou esta questão.
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