Resumo Com o avanço da tecnologia, indivíduos estão cada vez mais interagindo com agentes conversacionais na vida cotidiana. A pesquisa atual examina o impacto do antropomorfismo e do tipo de empatia nas interações com agentes conversacionais. Um experimento foi conduzido manipulando o nível de antropomorfismo de um agente (baixo vs. alto) e o tipo de empatia expressa (cognitiva vs. afetiva). Os resultados demonstraram que os participantes revelaram uma quantidade maior de informações — e mais íntimas — ao interagir com o agente conversacional mais (vs. menos) antropomorfizado. Além disso, o antropomorfismo e o tipo de empatia influenciaram conjuntamente a simpatia e o estranhamento do agente. Especificamente, quando o nível de antropomorfismo era alto, a exibição de empatia cognitiva e afetiva resultou em avaliações similares. No entanto, quando o nível de antropomorfismo era baixo, a empatia afetiva reduzia a simpatia percebida — e aumentava o estranhamento — do agente conversacional. A pesquisa atual contribui para a literatura sobre agentes conversacionais ao examinar a dinâmica entre antropomorfismo, autorrevelação e empatia. Também oferece implicações práticas para otimizar o design de agentes conversacionais para apoiar interações positivas entre usuários e agentes.
Hong et al. (sex,) estudaram esta questão.
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