Este artigo explora a construção da subjetividade em romances de fantasia chineses baseados na Internet e sua conexão com o espírito de iluminação e pós-humanismo. Esses romances reexaminam a validade da civilização científica e da razão iluminista, desconstruindo e reescrevendo grandes narrativas através do individualismo no mundo mágico pré-moderno. Além disso, esse gênero literário, enraizado em uma perspectiva pós-humanista, desafia conceitos tradicionais do corpo com tecnologias que aprimoram a força e oferecem imortalidade. Romances de fantasia chineses abrem um caminho para a revolução descentralizada e anti-antropocêntrica da subjetividade, levando a um mundo que ativa plenamente a vitalidade material e abraça a igualdade entre todos os seres.
Jing Zhou (Sun,) estudou esta questão.