A combinação de técnicas eletroquímicas, de superfície e espectroscópicas revelou que o biofilme de Pseudomonas aeruginosa acelerou a corrosão do aço inoxidável 304 (SS), levando a picaduras localizadas com profundidades de até 3,75 μm. Esse dano não ocorreu no SS 304 tratado com P. aeruginosa na presença do extrato de Artemisia annua L., ou em água do mar estéril. A introdução de A. annua em água do mar biótica dificultou o desenvolvimento do biofilme e impediu a formação de produtos de corrosão porosos de Fe(III). Em vez disso, uma camada compacta de Fe3O4 se formou, indicando uma mudança na morfologia e estabilidade dos produtos de corrosão. A análise ATR-FTIR confirmou que grupos fenólicos do extrato foram adsorvidos na interface do aço, apoiando o papel dual inibitório de A. annua tanto por meio da modificação da superfície quanto da ação antibacteriana. O extrato de A. annua demonstrou uma redução de 74,4 ± 4,4% na corrosão induzida por MIC do SS 304 em condições marítimas.
Zlatić et al. (Terça,) estudaram esta questão.