Este estudo examina os efeitos das crises financeiras nos preços das ações e analisa como o comportamento dos investidores é moldado durante essas crises. Foi constatado que durante os períodos de crise, os comportamentos dos investidores se desviam da racionalidade devido a fatores emocionais e vieses cognitivos, levando a uma volatilidade excessiva do mercado e processos de tomada de decisão irracionais, afetando significativamente os preços das ações. O método utilizado foi o modelo de Heterocedasticidade Condicional Autoregressiva Generalizada Exponencial (EGARCH) (1,1) para analisar as volatilidades dos preços das ações. A análise mostrou que as volatilidades dos preços aumentam durante as crises e persistem por um longo tempo. Notavelmente, choques adversos foram encontrados para criar mais volatilidade do que choques positivos. Essa descoberta demonstra o impacto duradouro das crises financeiras nas flutuações do mercado causadas pelo comportamento dos investidores. De uma perspectiva de finanças comportamentais, foi identificado que os investidores exibem tendências como excesso de confiança, comportamento de manada e aversão à perda, levando a movimentos excessivos de preços nos mercados durante os períodos de crise. Essa situação destaca que a incerteza e comportamentos irracionais nos mercados financeiros aumentam ainda mais durante as crises, e entender a psicologia e o comportamento dos investidores desempenha um papel crítico na mitigação dos efeitos das crises e na garantia da estabilidade do mercado.
Budak et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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