A estética da verbalização do pensamento técnico-científico está presente em qualquer língua, abordando a harmonia do arranjo gramatical, lexical e estilístico da metalinguagem da descrição científica. A tarefa de um intérprete não é apenas expressar adequadamente todos os detalhes importantes, mas também preservar essa estética. Ao resolver a tarefa, ele/ela enfrenta não apenas desafios lexicais e gramaticais das línguas que interagem no processo de tradução, mas também aqueles que são relevantes para o estilo científico em ambas as línguas. Este trabalho tem como objetivo mostrar maneiras de superar os desafios com base em exemplos da tradução do russo para o chinês. Decorrendo da drástica diferença estrutural entre as duas línguas, os desafios incluem a homonímia de termos e alguns fenômenos gramaticais, diferenças nos padrões morfológicos e sintáticos de verbalização de informações técnico-científicas. O foco também é dado a várias transformações: padrão de substantivo verbal para verbo, de Passivo para Ativo, conjunções variantes, o uso de conjunções para assimdeto, e inversão.
Xu et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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