Este artigo oferece um novo caminho crítico para interpretar The Waste Land de T. S. Eliot e "A Canção de Amor de J. Alfred Prufrock" ao ir além da psicanálise freudiana e, em vez disso, empregar a teoria da abjeção de Julia Kristeva e o conceito de hiperrrealidade de Jean Baudrillard. Revela como os poemas de Eliot encenam a crise moderna não apenas como um drama da psique, mas como uma catástrofe cultural e semiótica marcada pelo colapso do significado, rituais fracassados e proliferação de signos vazios. A abjeção de Kristeva mostra como personagens e paisagens refletem a perda de identidade e ordem simbólica, enquanto Baudrillard recontextualiza o sujeito moderno como executando gestos vazios incessantemente. Essa abordagem dual situa a poesia de Eliot como uma meditação profética sobre ansiedades modernas e pós-modernas, proporcionando um modelo para um engajamento crítico renovado com a literatura modernista e sugerindo caminhos para a pesquisa interdisciplinar. Ao destacar essas perspectivas, o artigo sublinha a relevância contínua de Eliot para os debates sobre identidade, autenticidade e significado. Ler Eliot através da abjeção e da hiperrrealidade ilumina dimensões negligenciadas de sua poesia e aborda como a literatura moderna negocia trauma, ritual e performance do eu em um mundo fragmentado. Expande a crítica a Eliot e sinaliza novas direções para a análise modernista.
Hossain et al. (Qui,) estudaram essa questão.