Neste estudo, estendemos o trabalho de Cobern et al. (2022) ao investigar a confiança dos estudantes de biologia universitária na ciência, seu reconhecimento de sua natureza tentativa e suas percepções sobre sua precisão. Compreender a natureza da ciência (NOS)—suas fundações epistemológicas—há muito se presume que fomente a confiança no conhecimento científico. No entanto, o discurso recente, particularmente após a pandemia de COVID-19, levanta questões sobre se enfatizar a tentatividade da ciência poderia minar a confiança em vez de fortalecê-la. Nossas descobertas sugerem uma perspectiva mais nuançada: enquanto esta coorte etnicamente diversa de estudantes de ciências afirma princípios científicos centrais, incluindo aqueles controversos no discurso público (por exemplo, a evolução humana), a confiança na ciência está mais intimamente ligada às percepções de sua precisão do que ao entendimento da NOS. Notavelmente, estudantes que percebem a ciência como altamente precisa exibem significativamente mais confiança, enquanto aqueles com percepções de menor precisão expressam maior ceticismo. Esses achados sugerem que a confiança na ciência não é meramente uma função do conhecimento, mas é mediada por julgamentos de precisão, destacando a necessidade de abordagens instrucionais que equilibrem conceitos de NOS com uma comunicação clara da confiabilidade científica. Os resultados sublinham a complexidade de fomentar tanto a literacia científica quanto a confiança, com implicações para a educação e pesquisa futura.
Nyutu et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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