Espécies reativas de oxigênio (ERO) desempenham papéis duais nas plantas como moléculas de sinalização e agentes citotóxicos, tornando a homeostase das ERO crítica para a adaptação ao estresse abiótico. Numerosos estudos mostraram que o metabolismo central do carbono (MCC) fornece a energia necessária para o crescimento das plantas e mantém a homeostase das ERO coordenando a distribuição de energia e reconfigurando fluxos metabólicos sob estresse abiótico, fornecendo energia e metabolitos para que as plantas resistam a condições adversas. Como um mecanismo crucial pelo qual as células respondem ao estresse de curto prazo, as modificações pós-traducionais (MPT) influenciam o MCC ao direcionar e modificar suas enzimas. Isso permite tanto a redistribuição de fluxo energético quanto metabólico, capacitando as plantas a equilibrar crescimento e defesa em condições de estresse. Nesta revisão, discutimos a interação ERO–MPT–MCC e como isso melhora a adaptação das plantas ao estresse abiótico. Propomos que as ERO coordenam a homeostase das ERO mediando a regulação de feedback do MCC através de MPT sob estresse abiótico. Esta revisão fornece uma base teórica para melhorar a tolerância ao estresse das culturas por meio da engenharia metabólica direcionada a MPT.
Bao et al. (Mon,) estudaram essa questão.