A transição para sistemas de energia descarbonizados e distribuídos aumentou o interesse por mercados de flexibilidade como uma ferramenta chave para gerenciar a variabilidade e coordenar recursos de energia distribuídos. No entanto, o rápido crescimento e a fragmentação conceitual deste campo dificultam a construção de modelos coerentes e soluções escaláveis. Este artigo apresenta uma revisão de escopo de 243 artigos revisados por pares publicados entre 2013 e 2025, aplicando a Estrutura TEAM e o Business Model Canvas. Através de uma matriz de dados estruturada com 35 variáveis, analisamos como a flexibilidade é definida e modelada, os mecanismos de coordenação aplicados e como as dimensões empresariais são integradas. Os resultados revelam grandes inconsistências na terminologia, papéis dos atores, formação de preços e modelagem de interoperabilidade. Identificamos lacunas críticas na modelagem de custos e integração de modelos de negócios, especialmente em estudos de baixo nível de prontidão tecnológica (TRL). Esta revisão fornece uma síntese abrangente e transversal das abordagens existentes, oferecendo uma estrutura de referência para futuras pesquisas, elaboração de políticas e implementação de mecanismos de flexibilidade distribuída.
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Jorge Cano-Martínez
Instituto Tecnológico de la Energía
Alfredo Quijano-López
Instituto Tecnológico de la Energía
Vicente Fuster-Roig
Instituto Tecnológico de la Energía
Energies
Universitat Politècnica de València
Instituto Tecnológico de la Energía
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Cano-Martínez et al. (Tue,) estudaram esta questão.
synapsesocial.com/papers/68dd91d5fe798ba2fc498f7b — DOI: https://doi.org/10.3390/en18195213
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