A aprendizagem experiencial emergiu como uma abordagem central na educação em engenharia, promovendo o engajamento dos alunos, a resolução de problemas e o desenvolvimento de habilidades profissionais. Para mapear este campo em evolução, foi realizada uma análise bibliométrica utilizando dados obtidos do Scopus em 1 de setembro de 2025, cobrindo 694 publicações de 2010 a 2024. Análises com VOSviewer examinaram tendências de publicação, coocorrência de palavras-chave e padrões de colaboração. Os resultados mostram um crescimento constante, com um aumento acentuado após 2020, impulsionado pela transformação digital e pela pandemia de COVID-19. Quatro clusters temáticos foram identificados: (1) aprendizagem baseada em projetos e problemas, (2) engajamento e percepções dos alunos, (3) aprendizagem aprimorada por tecnologia e (4) desenvolvimento profissional e sustentabilidade. Os Estados Unidos dominam a produção e as citações, enquanto Dinamarca e Portugal se destacam por meio de acadêmicos e instituições influentes, como a Universidade de Aalborg e a Universidade do Minho. A colaboração permanece fragmentada, com links regionais limitados. O estudo destaca forças, lacunas e oportunidades, oferecendo orientação para educadores, formuladores de políticas e pesquisadores para avançar a aprendizagem experiencial na educação em engenharia.
Lal et al. (Wed,) estudaram esta questão.