A Inteligência Artificial (IA) surgiu como uma força transformadora no setor financeiro, reformulando operações como gestão de riscos, pontuação de crédito, negociação algorítmica, detecção de fraudes e atendimento ao cliente. Embora essas inovações tenham aumentado a eficiência, a precisão e a personalização, também levantam desafios éticos e regulatórios complexos. Questões de privacidade de dados, viés algorítmico, transparência, responsabilidade e risco sistêmico apresentam preocupações significativas para as instituições financeiras, reguladores e a sociedade em geral. Este artigo fornece uma análise teórica das implicações éticas e desafios regulatórios da IA em finanças, extraindo insights da literatura existente, quadros regulatórios globais e debates éticos. Enfatiza a necessidade de uma governança robusta, princípios éticos de IA e abordagens regulatórias harmonizadas para garantir inovações responsáveis nos serviços financeiros.
Venkataramana Arangi (Qui,) estudou esta questão.
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