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Em 2015, a emissora pública japonesa NHK exibiu uma série educativa que reexaminou contos de fadas tradicionais colocando seus personagens em julgamento por seu comportamento imoral, como vingança, violência e desonestidade. Esses contos, enraizados no folclore japonês pré-moderno, estavam amplamente disponíveis em vários formatos de livro no final do século XIX e, ao contrário das adaptações modernas, não sanitizavam a violência ou o mal. Este estudo analisa quatro miniaturas de livros ilustrados do final do século XIX que narram a história, Kachikachi yama (A Montanha Estalante). Esta análise foca tanto nas representações verbais quanto visuais do bem e do mal, prestando atenção aos temas de lealdade, piedade filial e vingança virtuosa. Os resultados revelam que esses livros ilustrados apresentaram aos jovens leitores lições morais complexas, onde as fronteiras entre o bem e o mal eram nebulosas. Além disso, iluminam a imagem predominante das crianças durante essa época, retratando-as como “pequenos adultos” esperados para serem educados e preparados para as realidades práticas do mundo adulto.
Tian Gao (Terç,) estudou essa questão.