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Resumo Esta pesquisa explora as dinâmicas de interação entre o Estado soberano e organizações humanitárias internacionais na mitigação do sofrimento humano na guerra civil síria. Considerando guerras civis como uma ruptura na soberania, seu foco está nas práticas do Estado soberano dentro de seu contexto social e nas implicações resultantes para as organizações de ajuda. Argumento que o regime sírio empregou violência estatal, em conjunto com impedimentos administrativos e burocráticos, para reafirmar sua autoridade soberana nos processos de tomada de decisão humanitária. Este exercício de poder soberano está entrelaçado com as ações das organizações de ajuda, remodelando assim as dinâmicas de poder entre o Estado, organizações de ajuda e populações vulneráveis. Por meio de um método qualitativo, mostro que a implementação da violência estatal simultaneamente empurra as organizações de ajuda, especificamente as Nações Unidas, a impor a soberania do Estado definida pelo regime. Como efeito da soberania assertiva, interpretações dos princípios e práticas humanitárias são continuamente negociadas e construídas de maneira diferente pelas organizações de ajuda, embora compartilhem um objetivo comum abrangente.
Ümit Seven (Mon,) estudou esta questão.