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O objetivo dela foi detectar a relação entre autocompaixão e sintomas de deformidades físicas em adolescentes e diferenças dependendo de várias variáveis demográficas. A amostra do estudo consistiu em (293) adolescentes. A escala de autocompaixão foi utilizada para alcançar os objetivos do estudo. (Neff, Bluth, et al., 2021) A Escala de Ansiedade da Aparência Externa (Park, 2007) e o medidor de sensibilidade à rejeição externa (Roberts et al., 2018). Os resultados do estudo indicaram que o nível de ansiedade em relação à aparência externa apresentou um grau médio, com a média aritmética sendo (2.63), e que o nível de autocompaixão entre adolescentes com deformidades físicas estava em um nível médio, onde a média aritmética foi (3.26). Foi encontrado que existe uma relação influente entre autocompaixão e sensibilidade à rejeição devido à aparência, com os efeitos diretos alcançando 52.2%. Também foi constatado que o sexo tem um impacto negativo que é estatisticamente indicativo da relação entre autocompaixão e sensibilidade à rejeição devido à aparência, pois o nível educacional também teve um impacto negativo estatisticamente significativo na relação entre autocompaixão e sensibilidade à rejeição devido à aparência, e foi encontrado que o peso teve um efeito negativo estatisticamente significativo na relação entre autocompaixão e sensibilidade à rejeição devido à aparência. O impacto direto da autocompaixão na sensibilidade à rejeição devido à aparência alcançou 36.3%, e o sexo teve um efeito adverso estatisticamente significativo na relação entre empatia e deformidades. O nível acadêmico também teve um impacto adverso estatisticamente significativo na relação entre autocompaixão e distorções.
Meiri et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.