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O estudo teve como objetivo caracterizar o pó de bagaço da uva Petit Verdot da viticultura mexicana. O pó de bagaço (base seca do bagaço) foi analisado e apresentou 6,65% de umidade, 9,17% de gordura, 9,54% de proteína, 51,41% de fibra dietética, 6,10% de fibra solúvel, 45,3% de fibra insolúvel e 4,62% de cinzas. Além disso, o pó de bagaço continha vários minerais, incluindo cálcio, cobre, fósforo, ferro, magnésio, manganês, sódio e potássio. Os compostos fenólicos encontrados foram quercetina hidratada, um derivado do ácido cinâmico, e um derivado do ácido p-cumárico. A diversidade limitada de fenólicos no pó de bagaço de uva é compensada pelo seu elevado teor de fibra dietética e nutrientes, posicionando-o como um ingrediente viável para o processamento de alimentos. O pó de bagaço de uva liofilizado apresentava uma carga de 4 log CFU/g, e o meio de cultura MacConkey não detectou possíveis microrganismos patogênicos. Esses achados sugerem que o pó de bagaço de uva pode ser uma adição promissora à indústria alimentícia, oferecendo uma rica fonte de nutrientes e compostos bioativos.
Garay-Dominguez et al. (Mon,) estudaram essa questão.