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O recente acordo entre a Arábia Saudita e o Irã para restaurar as relações diplomáticas foi um divisor de águas nas dinâmicas de segurança do Oriente Médio. Notavelmente, este acordo foi negociado sob os auspícios de Pequim, sugerindo que a abordagem diplomática da China na região pode ser mais eficaz do que a dos EUA, e pode potencialmente mudar o equilíbrio de liderança das grandes potências nesta área estrategicamente vital. Este artigo explora o estado atual da rivalidade entre os EUA e a China na região, examina as principais estratégias dos EUA e da China para aumentar sua influência, e analisa suas políticas atuais em relação aos estados do Golfo, incluindo aspectos de segurança. Argumenta que o Oriente Médio está se tornando uma arena crucial para a rivalidade global entre os Estados Unidos e a China. Washington não pode mais manter a ordem americana de longa data sem considerar os interesses das potências concorrentes, principalmente a China. A conclusão é que, embora os Estados Unidos continuem a ser um jogador externo significativo no Oriente Médio, espera-se que a influência da China na região cresça nos próximos anos.
Nikolay Bobkin (Sex,) estudou esta questão.