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Resumo Poucas pinturas caribenhas do início do século XVIII sobrevivem. Entre elas está um importante par de retratos jamaicanos inéditos do Chefe de Justiça Thomas Fearon Jr., de Clarendon, e de sua esposa, Mary Peters Fearon, com seu filho mais velho, Thomas Peters Fearon, da década de 1730. Reflexões coloniais da arte e sociedade londrina, embora distorcidas pela distância, ocupavam espaços únicos onde fantasias e realidades colidiam. Este artigo examina o contexto histórico, a proveniência e a interpretação das grandes pinturas de três quartos de comprimento por um artista não identificado, bem como o pouco que se sabe sobre o mundo da arte jamaicana na época. Dois desenhos inéditos de Pierre du Simitière de mulheres negras das Índias Ocidentais—uma escravizada, uma livre—oferecem um contraponto, assim como outras representações coloniais. Os retratos Fearon formam um registro pictórico raro de uma família no ápice de uma pirâmide humana transatlântica de privilégio visível e dor invisível, um século antes de esse mundo acabar.
Sara Burke (Qui,) estudou esta questão.
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