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A hidrocefalia é frequentemente tratada com desvio de LCR via shunt ventriculoperitoneal (VP). Apresentamos o caso único de uma mulher de 33 anos com histórico de astrocitoma infiltrante e consequente hidrocefalia obstrutiva que necessitou da colocação do shunt. Ela posteriormente apresentou sintomas não específicos que motivaram a avaliação do shunt. No final, embora uma causa para seus sintomas não tenha sido identificada, a imagem revelou migração do cateter distal para o espaço pleural. A paciente permaneceu assintomática durante dois anos de acompanhamento sem intervenção cirúrgica. Este caso destaca o potencial de migração assintomática do cateter distal após a colocação do shunt VP e sublinha a importância de monitoramento e manejo adequados uma vez que tal migração é detectada.
Griffith-Linsley et al. (Wed,) estudaram essa questão.
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