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Este estudo oferece uma análise aprofundada do impacto crucial da eficiência energética e da arquitetura sustentável no desempenho de edifícios públicos na Nigéria. Através de uma abordagem metodológica robusta que integra uma extensa revisão da literatura, análises detalhadas de estudos de caso e consultas a especialistas, a pesquisa explora estratégias eficazes para embutir práticas sustentáveis no design arquitetônico e nas operações de construção, visando melhorar a eficiência e a sustentabilidade geral na infraestrutura pública. Os achados ressaltam o impacto significativo dos princípios de design bioclimático, a implementação de sistemas avançados de HVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado) e a integração de tecnologias de energia renovável—particularmente fotovoltaicos solares—na redução do consumo de energia e na minimização das pegadas ambientais. Além disso, o estudo destaca os substanciais benefícios associados à adoção de iluminação e eletrodomésticos energeticamente eficientes, que não apenas levam a economias de custos operacionais, mas também melhoram o conforto e o bem-estar geral dos ocupantes. No entanto, a pesquisa também identifica várias barreiras à adoção generalizada dessas práticas sustentáveis. Esses desafios incluem inadequações regulatórias que não apoiam adequadamente iniciativas sustentáveis, restrições financeiras que limitam o investimento em tecnologias energeticamente eficientes, falta de expertise técnica necessária para implementar e manter esses sistemas e baixa conscientização pública sobre a importância e os benefícios da eficiência energética. Esses fatores, coletivamente, dificultam a aceitação e implementação mais ampla de soluções energeticamente eficientes no setor público. As conclusões destacam a necessidade crítica de esforços colaborativos entre agências governamentais, profissionais da indústria e instituições educativas para criar um ambiente construído sustentável. Seguindo essas recomendações, a Nigéria pode fazer progressos significativos em direção ao cumprimento de suas metas de sustentabilidade, contribuindo assim para os esforços globais de mitigação das mudanças climáticas e aumentando a resiliência ambiental.
Garba et al. (Sex,) estudaram essa questão.