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Resumo: Este ensaio explora como a poesia de George Herbert enquadra o apocalipticismo em termos de mortalidade pessoal para fortalecer as práticas individuais de obediência e passividade nos hábitos diários. Ao reunir a ciência da devoção diária na tradição ars moriendi e os recursos imaginativos da poesia e retórica, os versos de Herbert localizam o sítio da política na gestão e manutenção de afetos práticos e cotidianos. Essas intersecções entre a poesia moderna inicial e a religião produzem hábitos de autodisciplina em serviço da passividade política e da quietude, incentivando os leitores a praticar a obediência a forças maiores do que si mesmos—mesmo nas extremidades desestabilizadoras da finitude existencial.
Promise Li (Sun,) estudou essa questão.
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