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Enquanto as expectativas dos passageiros estão aumentando, a digitalização nos aeroportos ainda está frequentemente em seus estágios iniciais. Os aeroportos estão presos no dilema do tijolo e argamassa: enquanto a meia-vida das novas tendências é extremamente curta, leva anos até que os investimentos em infraestrutura compensem. Hoje, a experiência do aeroporto para os viajantes é caracterizada principalmente por um processo de parar e ir demorado e uma oferta de varejo e alimentação e bebidas (F&B) bastante estática. Para atender às expectativas dos passageiros, que aumentaram significativamente nos últimos anos, é essencial que os aeroportos evoluam. Inovações digitais abrem oportunidades sem precedentes para acelerar processos, individualizar ofertas e melhorar a experiência do passageiro, contribuindo assim para uma maior satisfação do passageiro e um aumento das receitas não relacionadas à aviação. Com sua vasta experiência de mais de 155 projetos concluídos com sucesso, o Aeroporto de Munique Internacional apoia aeroportos em todo o mundo com aconselhamento estratégico sobre como aprimorar sua experiência de passageiros e conceitos comerciais, entre outros. Este artigo analisa o estado atual da jornada do passageiro e discute as áreas problemáticas associadas a ela. Mostrando exemplos do Aeroporto de Munique e do Terminal A do Aeroporto Internacional de Newark Liberty, ele introduz e avalia inovações que terão um efeito substancial no modelo de negócios dos aeroportos. Eventualmente, haverá uma mudança de paradigma, de os aeroportos serem meros centros de transporte a serem plataformas de negócios complexas.
Lutz Weisser (Sun,) estudou essa questão.