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Este artigo examina a abordagem padrão de confiar em categorias declaradas para abordar a vulnerabilidade e apresenta uma abordagem prática para melhorar a avaliação e as proteções relacionadas à vulnerabilidade. Dados originais coletados de 355 documentos legais/regulatórios que regem a pesquisa social/comportamental em 107 países identificam 68 categorias distintas de vulnerabilidade que variam regionalmente, chamando a atenção para a possível dependência excessiva de padrões internacionais. Os dados também revelam que algumas categorias, como deslocamento e tráfico, nas quais os participantes da pesquisa são vulneráveis por qualquer definição razoável, são negligenciadas. O artigo fornece um quadro conceitual que desloca o problema das categorias estáticas e enumeradas para a diferenciação de vulnerabilidade inerente, situacional e induzida pela pesquisa. Com base em nossa conceitualização e codificação, apresentamos um quadro para avaliar a vulnerabilidade e implementar proteções adequadas.
Findleya et al. (Sat,) estudaram essa questão.