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Contexto e Objetivo do Estudo. A crescente dependência da tecnologia para atividades diárias resultou em uma redução significativa na atividade física, especialmente entre estudantes universitários. Essa tendência é impulsionada pelo desejo de evitar o "estresse" percebido e alcançar objetivos com mais facilidade. Como resultado, houve um aumento no número de estudantes com sobrepeso. O estilo de vida sedentário associado ao uso excessivo de tecnologia representa uma séria ameaça à saúde dos estudantes. Isso leva a mudanças desfavoráveis na composição corporal. O objetivo desta pesquisa é explorar a relação entre a composição corporal e o ambiente de vida entre estudantes do sexo feminino, examinando especificamente as diferenças entre aquelas de áreas rurais e urbanas. Material e Métodos. Um total de 144 estudantes do primeiro ano do sexo feminino de faculdades não esportivas participaram deste estudo, incluindo 66 de áreas rurais e 78 de áreas urbanas. A logística de pesquisa envolveu o uso do Analisador de Composição Corporal Tanita BC 1000 e do software GMON. Os seguintes parâmetros de composição corporal foram medidos: peso, IMC, nível de gordura (expresso em % e kg), massa óssea, água corporal (%), e idade metabólica. Além disso, a altura dos sujeitos foi medida para calcular o índice de massa corporal. Resultados. A análise revela que, embora os estudantes urbanos sejam, em média, mais velhos do que seus colegas rurais (22,6 anos vs. 19,7 anos, z = 3,50, p > 0,05), peso (z = 0,31, p > 0,05), ou IMC (z = 0,35, p > 0,05). A maior consistência nas medições foi observada na altura entre os estudantes rurais, enquanto a maior variabilidade foi encontrada na massa de gordura. A maior discrepância entre os grupos foi no peso, com os estudantes rurais geralmente sendo mais pesados. Conclusões. Os resultados deste estudo mostram que o ambiente de vida não tem um impacto significativo na dinâmica da composição corporal. Tanto os grupos rurais quanto os urbanos apresentaram valores médios quase idênticos para a maioria dos indicadores. Isso sugere que outros fatores podem ter uma influência mais forte na composição corporal.
Mihai et al. (Fri,) estudaram esta questão.
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