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Este artigo explora a poderosa influência das mídias sociais na construção e reconstrução da autoimagem dos estudantes. O objetivo desta pesquisa é examinar as implicações das mídias sociais na percepção e expressão dos estudantes sobre si mesmos em um ambiente online. Utilizando um desenho de pesquisa qualitativa, este estudo empregou entrevistas e questionários para coletar dados de uma amostra diversificada de estudantes. Os resultados revelam que as plataformas de mídias sociais desempenham um papel significativo na formação da autoimagem dos estudantes, uma vez que proporcionam oportunidades para a autoapresentação e comparação com os colegas. O estudo descobriu que as plataformas de mídias sociais permitem que os estudantes projetem uma versão idealizada de si mesmos, levando muitas vezes a uma percepção distorcida da realidade. Além disso, a exposição constante a imagens e narrativas curadas nas mídias sociais pode impactar negativamente a autoestima e o bem-estar mental dos estudantes. As implicações práticas desta pesquisa sugerem a necessidade de instituições educacionais e formuladores de políticas abordarem os potenciais efeitos negativos das mídias sociais na autoimagem dos estudantes. Promover a alfabetização digital e habilidades de pensamento crítico pode ajudar os estudantes a navegar no mundo online e desenvolver um relacionamento mais saudável com as mídias sociais. No geral, este estudo destaca a importância de entender o poder das mídias sociais na formação e remodelação da autoimagem dos estudantes. Ele chama para mais pesquisas e medidas proativas para mitigar o impacto negativo das mídias sociais na saúde mental e autoreflexão dos estudantes.
Plachynda et al. (Sex,) estudaram essa questão.