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Resumo Este artigo investiga a interseção das ciências cognitivas e da teoria das redes sociais e suas contrapartes, as ciências da complexidade, com o objetivo de lançar luz sobre a compatibilidade e potencial integração desses frameworks na teoria institucional. Os estudiosos institucionais há muito adotam seletivamente noções vinculadas às ciências cognitivas e ciências da complexidade, como a noção de dependência de trajetória, sem explorar as implicações mais amplas de integrar sistematicamente essas perspectivas no institucionalismo. Este artigo busca avançar nessa integração teórica abrangente, investigando a combinação efetiva dessas abordagens e suas implicações significativas. Ele mostra como as ciências da complexidade contribuem para dissolver as barreiras entre os reinos cognitivo e social e ilustra como isso impacta as noções de agência humana e reflexividade. A integração teórica também envolve o reconhecimento da considerável diversidade na agência humana individual, o que, por sua vez, leva a uma reconsideração de como as noções de estabilidade, mudança, difusão e adaptação institucional são compreendidas. Além disso, o artigo aborda o desafio epistemológico apresentado pelas ciências da complexidade, antes de destacar a relevância geral da teoria institucional na análise de fenômenos sociais complexos. Finalmente, o artigo explora implicações para a metodologia de pesquisa, propondo que uma fusão da teoria institucional e das ciências da complexidade fornece uma estrutura metateórica para avaliar a adequação contextual de diferentes abordagens teóricas e metodológicas.
Olle Frödin (Qui,) estudou esta questão.
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