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Este estudo tem como objetivo provar empiricamente o efeito do tamanho da empresa, conservadorismo contábil e fluxo de caixa livre na gestão de lucros com a propriedade gerencial como uma moderação em estudos empíricos de empresas do setor cíclico de consumidores listadas na IDX entre 2018 e 2022. Neste estudo, o tamanho da empresa é representado pelos ativos totais. O conservadorismo contábil é representado pelos ajustes operacionais. O fluxo de caixa livre é representado pela diferença de fluxo de caixa. A propriedade gerencial é representada pela proporção de ações da empresa. O modelo utilizado para observar o potencial de gestão de lucros é os ajustes discricionários. Este tipo de pesquisa é uma pesquisa quantitativa utilizando métodos associativos. O número de amostras da pesquisa foi determinado usando uma técnica de amostragem intencional, de modo que foi gerada uma amostra de 14 empresas com um total de 70 dados observacionais. Os dados utilizados neste estudo foram processados usando Microsoft Office Excel e E-views 12. Os resultados do teste estatístico F mostram que o modelo pode explicar que o tamanho da empresa, o conservadorismo contábil e o fluxo de caixa livre têm um efeito simultâneo na gestão de lucros. Os resultados do teste estatístico T na variável tamanho da empresa não influenciam a gestão de lucros. O conservadorismo contábil tem um efeito negativo na gestão de lucros. E o fluxo de caixa livre não influencia a gestão de lucros. Os resultados da análise da moderação das variáveis de propriedade gerencial não conseguem moderar o escudo entre o tamanho da empresa, o conservadorismo contábil e o fluxo de caixa livre na gestão de lucros.
Putri et al. (Thu,) estudaram essa questão.