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A cultura tóxica no local de trabalho, caracterizada por comportamentos negativos como má comunicação, falta de confiança e conduta antiética, apresenta desafios significativos para a eficácia organizacional e o bem-estar dos funcionários. A liderança desempenha um papel crucial em perpetuar ou mitigar esses ambientes tóxicos. Este artigo examina criticamente o papel da liderança na abordagem da cultura tóxica no local de trabalho, focando em intervenções eficazes que os líderes podem implementar para transformar ambientes de trabalho negativos em espaços positivos e produtivos. O estudo destaca como diferentes estilos de liderança, particularmente a liderança transformacional e ética, são instrumentais na promoção de uma cultura de responsabilidade, comunicação aberta e comportamento ético. Também explora a importância de intervenções de liderança, como estabelecer valores organizacionais claros, implementar mecanismos de resolução de conflitos e promover aprendizado e desenvolvimento contínuos. No entanto, o estudo também reconhece os desafios que os líderes enfrentam, incluindo resistência à mudança, comportamentos tóxicos profundamente enraizados e pressões externas que podem minar os esforços para criar um ambiente de trabalho positivo. Os resultados sugerem que, embora a liderança seja crucial na mitigação da toxicidade, o sucesso depende de um compromisso sustentado, adaptabilidade e a capacidade de navegar pelas dinâmicas organizacionais complexas. Ao priorizar a liderança ética e promover uma cultura de inclusão e respeito, as organizações podem combater efetivamente a cultura tóxica no local de trabalho e promover a saúde e o sucesso organizacional a longo prazo. Esta pesquisa contribui para a compreensão mais ampla do papel crítico da liderança na formação da cultura no local de trabalho e fornece insights práticos para líderes que buscam abordar e prevenir a toxicidade em suas organizações.
Yusuf Arifin (Mon,) estudou esta questão.