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A maioria das narrativas sobre a revolução indonésia em Sulawesi do Sul focou nos dois grupos que lutam pelo poder: a República da Indonésia como uma nova nação-estado e os holandeses, que queriam recuperar o controle. O que está ausente dessa forma de ver a história são as opiniões das elites locais, que queriam manter sua autoridade tradicional e cujas ideias sobre a nação-estado eram baseadas em suas tradições orais, que têm o potencial de afetar a reconstrução e a politização da memória coletiva na luta por direitos culturais e autoridade política. Este artigo examina como a comunidade Polombangkeng usou tradições orais para justificar a participação local na causa da revolução em Sulawesi do Sul. Durante a revolução indonésia, o povo Polombangkeng recorreu à sua tradição oral para definir cargos de liderança, reivindicações de autoridade política e formação de alianças. Suas narrativas sobre sua identidade foram apoiadas por cerimônias rituais. O artigo argumenta que a revolução indonésia em Polombangkeng foi mais do que apenas uma luta pelo poder entre grupos 'indonésios' e 'holandeses': foi também um processo de negociação e/ou renegociação de identidades, impulsionado pelo desejo de reivindicar reivindicações de autoridade tradicional através da justificativa de tradições orais.
Taufik Ahmad (Mon,) estudou esta questão.
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