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Este artigo aprofunda-se na apresentação da masculinidade e identidade cultural na literatura da diáspora, focando na obra Americanah de Chimamanda Ngozi Adichie. O estudo busca entender como as expectativas culturais e as dinâmicas de poder contribuem para a construção da masculinidade dentro das comunidades nigerianas da diáspora, utilizando a teoria da masculinidade hegemônica de Connell. Além disso, busca examinar o impacto da fusão cultural no desenvolvimento da masculinidade e da identidade cultural nos personagens masculinos principais do romance escolhido e investigar como as interseções de raça, gênero e a condição de imigrante convergem para influenciar a formação da masculinidade em Americanah. Por meio de uma análise aprofundada dos personagens masculinos, a pesquisa investiga seus relacionamentos com as normas dominantes enquanto se esforçam para estabelecer seu senso de identidade e conexão. As descobertas principais ressaltam a complexa interação entre raça, gênero e a condição de imigrante na moldagem não apenas de identidades pessoais, mas também comunitárias. A investigação identifica ocorrências de desafio e rebelião contra as normas masculinas predominantes, enquanto também explora o potencial da fusão cultural para redefinir as ideias convencionais de masculinidade. Esta pesquisa acadêmica enriquece a compreensão das dinâmicas intricadas que cercam a masculinidade e a identificação cultural, proporcionando perspectivas valiosas sobre as nuances dos encontros diaspóricos e sua influência na formação da identidade dentro das obras literárias da diáspora. Além disso, esta análise erudita cria oportunidades para mais investigações sobre as relações entre sexo, etnia e individualidade na literatura contemporânea, impulsionando, em última instância, a conscientização de diferentes tramas dentro das comunidades migrantes.
Elkateb et al. (Qui,) estudaram esta questão.