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A perspectiva de detectar/limitar desvios da relatividade geral estudando ondas gravitacionais (OGs) de buracos negros em fusão tem sido uma das principais motivações para interferômetros de OG como LIGO/Virgo. Dentro da gravidade pura, a única forma possível pela qual desvios podem surgir é pela existência de correções de derivadas de ordem superior, nomeadamente potências superiores do tensor de curvatura de Riemann, na ação efetiva. Quaisquer limites observacionais implicam restrições nos coeficientes de Wilson correspondentes. No nível da ação, pode-se imaginar que os coeficientes são suficientemente grandes a ponto de serem, em princípio, detectáveis. No entanto, do ponto de vista de alguns princípios fundamentais, nomeadamente causalidade e unitariedade, isso é muito menos claro, conforme examinamos aqui. Começamos revendo certos limites conhecidos sobre esses coeficientes, que juntos implicam um corte baixo na teoria efetiva. Em seguida, consideramos um mecanismo possível para gerar tais termos, nomeadamente na forma de muitos escalares leves minimamente acoplados que podem ser integrados para dar esses operadores de ordem superior. Mostramos que um produto colateral disso é a geração de correções quânticas ao potencial de Newton, cujas consequências observáveis já estão descartadas por testes do sistema solar. Apontamos que seriam necessários mais de 7 ordens de magnitude de melhoria na sensibilidade do interferômetro para evitar tais restrições do sistema solar.
Cassem et al. (qui,) estudaram esta questão.