Resumo Em 2018, o Congresso dos EUA aprovou a Lei de Reforma de Controle de Exportação e a Lei de Modernização da Revisão de Risco de Investimento Estrangeiro, ambas projetadas para promover um desacoplamento direcionado com a China no que o Congresso chamou de "tecnologias emergentes e fundamentais". Esta legislação é um fio crítico, mas até agora negligenciado, da "guerra tecnológica" de Washington. Ela busca ir além de empresas individuais, como a Huawei, para "desacoplar" em duas grandes novas categorias de tecnologia—emergentes e fundamentais. Este artigo examina por que o Congresso tentou perseguir essa forma ambiciosa de desacoplamento tecnológico e oferece uma investigação empírica de seu impacto até agora. O Departamento de Comércio lutou para definir essas duas novas categorias de tecnologia e não conseguiu implementar a legislação da maneira originalmente prevista pelo Congresso. Apesar disso, e apesar de intensos esforços de lobby contra esses controles por indústrias afetadas, tanto o Congresso quanto o Executivo parecem estar expandindo ainda mais a guerra tecnológica para buscar "uma liderança o maior possível" sobre a China. Argumentamos que a guerra tecnológica é um exemplo de um impulso desglobalizador que provavelmente persistirá na política externa dos EUA, independentemente de ser bem-sucedido.
Ryan et al. (Wed,) estudaram essa questão.