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Contexto: A educação médica, caracterizada por estresse intenso, é considerada uma das formações mais difíceis. Esse estresse pode estar associado a consequências como desempenho acadêmico prejudicado e erros médicos. O estudo avaliou os estressores a que os estudantes de medicina de uma instituição terciária nigeriana estão expostos e suas estratégias de enfrentamento.Métodos: Um estudo descritivo transversal foi realizado de dezembro de 2021 a fevereiro de 2023 entre 611 estudantes de medicina de graduação na Escola de Medicina da Universidade de Benin, Nigéria, utilizando uma técnica de amostragem aleatória estratificada. Os dados foram coletados por meio de um questionário semiestruturado autoaplicável adotando a Orientação Breve para o Enfrentamento de Problemas (brief COPE) e o Questionário de Saúde do Paciente-4 (PHQ-4). A análise foi realizada utilizando o software IBM SPSS Statistics Versão 25, determinando a frequência de ocorrência de cada estressor usando análise univariada e calculando a média e o desvio padrão de cada estratégia de enfrentamento para determinar as menos e mais utilizadas. A aprovação ética foi obtida para o estudo.Resultados: A idade média dos respondentes foi de 22,9 (DP ± 3,1) anos, 326 (53,4%) eram homens, enquanto 285 (46,6%) eram mulheres. Eles foram expostos a uma infinidade de estressores acadêmicos, ambientais, psicossociais e relacionados à saúde, com a presença de complicações do estresse (depressão; 17,0% e ansiedade; 22,3%). As estratégias de enfrentamento adaptativas mais frequentemente empregadas foram planejamento (5,01±1,90), enfrentamento ativo (4,99 ± 1,81) e religião (4,77± 2,07).Conclusão: Os estudantes de medicina de graduação estão expostos a vários estressores. Um número significativo deles apresentou depressão e ansiedade. O uso contínuo de estratégias de enfrentamento adaptativas mitigará as consequências prejudiciais do estresse.
Aigbokhaevbo et al. (Qui,) estudaram essa questão.