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O cromo existe tanto devido a processos geológicos naturais quanto a ações humanas, e tem um impacto substancial tanto na saúde humana quanto nos ecossistemas naturais. Este estudo aborda os principais desafios na utilização de biochar como um sorvente ambientalmente amigável, sustentável e econômico para remover cromo hexavalente ao longo do processo de remediação. Os resultados mostraram que o biochar produzido a partir de matérias-primas não lenhosas, pirolisada a (300°C −700°C), apresentou uma quantidade significativamente grande de vários grupos funcionais, maior pH (7 a 11,10) e CEC (27 a 21,70 cmol kg−1), maior área de superfície (2–300 m2g−1), maiores razões O/C e H/C com o aumento da temperatura de carbonização, e maiores capacidades de adsorção (1,63 a 435 mg g) e desempenho superior para remoção de cromo hexavalente em comparação com biochars produzidos a partir de biomassa lenhosa. O uso de isótopos de equilíbrio, modelos termodinâmicos e cinéticos ajuda a compreender as interações entre o cromo hexavalente e o biochar, bem como seus processos de adsorção.
Murtaza et al. (Quarta-feira,) estudaram esta questão.