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Este estudo examina os temas do emaranhado colonial e do poder ecológico no filme Duna (2021), focando na commodificação da especiaria "melange" em Arrakis. Usando estruturas de ecocrítica pós-colonial e estudos culturais, explora como o filme retrata a exploração ambiental e a marginalização dos indígenas Fremen. A análise revela como as potências coloniais, como a Casa Harkonnen e a Casa Atreides, desumanizam e oprimem os Fremen, ignorando seu conhecimento ecológico e sua significância cultural. Ao traçar paralelos com histórias coloniais do mundo real, o estudo destaca a crítica do filme à degradação ambiental e à marginalização cultural. Enfatiza a importância de reconhecer o conhecimento e os direitos indígenas para uma gestão de recursos sustentável e equitativa. Essa abordagem interdisciplinar oferece insights sobre a relevância contínua das dinâmicas de poder colonial e da commodificação de recursos na sociedade contemporânea. Palavras-chave: Duna, Ecocrítica, Colonialismo, Exploração, Marginalização Cultural.
Yusrina Dinar Prihatika (Qua,) estudou essa questão.