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Esta pesquisa investiga as colaborações de design intercultural entre os undagi balineses (mestres construtores tradicionais) e arquétipos holandeses durante o período colonial inicial em Bali (1910-1918). Focando em três projetos-chave—o Museu de Bali (1910), o Pavilhão Bali-Lombok na Exposição Colonial em Semarang (1914) e o Projeto de Restauração do Templo Besakih Pós-Terremoto (1918)—este estudo explora o diálogo e a troca de conhecimentos que ocorreram apesar da dicotomia Leste-Oeste predominante. Ao empregar uma abordagem histórica dentro do paradigma da história do design global, a pesquisa revela como objetivos compartilhados, diálogo construtivo e respeito mútuo facilitaram colaborações arquitetônicas bem-sucedidas. Essas colaborações não apenas preservaram a arquitetura tradicional balinesa, mas também integraram técnicas modernas e práticas de gestão de projetos introduzidas pelos holandeses. Os resultados ressaltam a resiliência e adaptabilidade dos undagi balineses, destacando as implicações mais amplas para as práticas e políticas arquitetônicas contemporâneas. Este estudo contribui para uma compreensão mais profunda dos impactos arquitetônicos coloniais e o legado duradouro das trocas de design interculturais.
Noorwatha et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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