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O apoio da academia aos neo-indígenas é um componente significativo do seu sucesso profissional. Descrevo como esse apoio opera, utilizando um modelo de conluio da análise de Edward Dolnick sobre falsificação de arte em O Feitiço do Falsificador. O conluio reflete a importância das relações sociais na construção da verdade percebida e da virtude. Ele corrompe a academia em múltiplos níveis por meio dessas relações, minando a busca pela verdade e os objetivos de equidade e inclusão.
Brian D. Haley (Terça-feira,) estudou essa questão.