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Introdução: O papilomavírus humano (HPV) causa câncer cervical, e a vacinação contra o HPV é altamente eficaz na prevenção da infecção por HPV alvo da vacina. No entanto, a baixa cobertura vacinal contra o HPV no Condado de Kisumu, Quênia, em cerca de 10% para a primeira dose, destaca a questão crítica da hesitação vacinal, particularmente em países de baixa e média renda. Métodos: Este estudo explora as preocupações, mitos e barreiras à adoção da vacina contra o HPV entre meninas adolescentes (com idade entre 10 e 14 anos) matriculadas em clínicas de cuidado abrangente do vírus da imunodeficiência humana e seus pais no Condado de Kisumu. Discussões em grupo focadas foram realizadas com 48 participantes. Resultados: A análise de conteúdo revelou conhecimento limitado sobre a vacina contra o HPV e conceitos errôneos generalizados sobre sua segurança e eficácia. Restrições financeiras, medos em relação a injeções e experiências clínicas negativas surgiram como barreiras adicionais. Conclusão: Os resultados enfatizam o papel de estratégias de comunicação eficazes, incluindo o envolvimento dos pais por meio de materiais escritos e sua participação na tomada de decisões, para desfazer mitos, fornecer informações precisas e encorajar a vacinação contra o HPV. Esforços colaborativos com partes interessadas da comunidade são cruciais para melhorar a cobertura vacinal e, em última análise, reduzir a carga do câncer cervical.
Ochomo et al. (Mon,) estudaram esta questão.