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Resumo A educação em engenharia possui um potencial profundo para promover a compreensão e o envolvimento dos jovens na sustentabilidade ambiental, justiça social e na tomada de decisões em um futuro habilitado por IA. No entanto, a abordagem tradicional de definir engenharia que orientou as práticas de engenharia é insuficiente porque não abraça essas realidades. Portanto, a necessidade de uma nova estrutura que reflita essas realidades é esmagadora. Este artigo apresenta uma nova estrutura teórica chamada engenharia socialmente transformadora que não só captura esses elementos ausentes, mas também valoriza e incorpora as diversas perspectivas e experiências dos alunos. Em particular, essa estrutura se baseia na teoria do código de legitimação e pedagogias centradas na justiça e se fundamenta em três princípios (fluência de raciocínio, engenhosidade multicultural e integridade ética). Além disso, essa estrutura argumenta que a negociação consciente de riscos e benefícios para a melhora e transformação das sociedades é respaldada por quatro quadrantes de raciocínio (raciocínio experiencial, raciocínio de compensações, raciocínio de primeiros princípios e raciocínio futuro), examinados fluentemente através da prática central da engenhosidade multicultural e integridade ética. Este artigo detalha as fundações teóricas da estrutura socialmente transformadora e fornece exemplos de suas traduções pedagógicas para orientar as práticas pedagógicas.
Purzer et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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