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Resumo Um número crescente de estudiosos sugere a necessidade de aprimorar a incorporação da diversidade e da justiça social em todas as áreas da ciência familiar. Parte desse trabalho viu a ciência familiar incorporar mais fortemente e explicitamente a teorização interseccional para problematizar preconceitos e posições de poder individuais, de maneira geral, e de pesquisadores e participantes, mais especificamente. Mais trabalho é necessário para conectar teoria, método e metodologia a fim de avançar o chamado dos estudiosos. Aqui, atendemos a esse chamado ao fornecer considerações metodológicas para a realização de pesquisa fenomenológica interseccional na ciência familiar. Começamos com uma visão geral da fenomenologia, incluindo suas fundações filosóficas e metodológicas e variações. Em seguida, apresentamos a história da interseccionalidade, seguidos de considerações metodológicas críticas para a pesquisa fenomenológica interseccional na ciência familiar. Essa integração da interseccionalidade e da pesquisa fenomenológica centra as experiências vividas de indivíduos e famílias com identidades historicamente marginalizadas, ao mesmo tempo em que atende às dinâmicas de poder que muitas vezes fazem parte da pesquisa.
Keenoy et al. (2024) estudaram essa questão.
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